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https://www.tuseguro.com/kambjasie/2737 Voltemos ao passado de onde tudo começou, falando um pouco acerca de José Rodrigues Cardoso e da sua obra – como benemérito – legada à terra que o viu nascer.

ritalin köpa på nätet José Rodrigues Cardoso nasceu em Vila Seca a 20 de Novembro de 1864. Seus pais, João Manuel Rodrigues e Maria da Conceição Martins, eram pequenos proprietários rurais. A sua mãe era popularmente conhecida por Maria da Tomásia.

http://www.cmtagency.com/?mikro=%C3%A9ditions-rencontre-lausanne&863=3b José emigrou para o Brasil com carta de chamada do irmão mais velho, António, tendo sido sócio da firma Morais, Carneiro & C.ª Ld.ª – que parece ainda existir -, uma das mais conceituadas casas comerciais de Manaus. E o sucesso financeiro proporcionou-lhe bons resultados e fortuna.

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De Manaus, incumbiu o irmão António – entretanto regressado a Portugal – de mandar explorar água para abastecer Vila Seca, cuja população se debatia com falta de tão precioso líquido para beber e suas lides caseiras. Construi-se um depósito, um tanque e três fontenários.

broker trading italiani Contribuiu também para a construção da estrada de acesso às obras do hospital que mandara projectar, levantar e edificar à sua custa, em Vila Seca, encarregando da construção, instalação e administração o seu grande amigo Dr. Bento Carqueja, director do já desaparecido jornal diário “O Comércio do Porto”.

enter Todavia, como era imprescindível que o hospital fosse provido de electricidade, acordou-se, numa parceria com a Câmara Municipal de Armamar, mandar proceder à montagem das respectivas linhas de energia, tornando este benefício extensivo à localidade.

source Em 1907 casou-se com Olívia de Magalhães, filha do proprietário da Quinta do Vilarinho, fixando residência no Freixo, em Campanhã, na cidade do Porto.

rencontre gratuite 39 Mais tarde, mandou construir um palacete, sito à Rua do Monte da Luz, na Foz do Douro, onde passou a morar e onde veio a falecer a 27 de Janeiro de 1928.

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A 20 de Dezembro de 1987, a Santa Casa da Misericórdia e a Câmara Municipal de Armamar prestaram justa homenagem póstuma a José Rodrigues Cardoso, inaugurando o seu busto na parte frontal dos jardins que circundam o Lar da Terceira Idade, onde outrora nasceu o hospital, tudo graças à dádiva de tão ilustre e bondoso benemérito, passando o Lar, a partir dessa data, a chamar-se Lar de São José.

Como complemento ao título “Como tudo começou”, acrescentamos um engraçado e singular apontamento que à época a todos alegrou, ficando na memória local, sendo alvo de muitas conversas.

A protagonista chamava-se Delfina, era irmã de José Rodrigues Cardoso, e sofria de paralisia.

E como ficaram órfãos de pai muito cedo, a mãe, a Maria da Tomásia, debatia-se com poucos recursos para tratar da filha.

Regressado do Brasil, o irmão mais velho, o António, passou a dedicar-lhe especial atenção.

Comprou uma vivenda na Foz do Douro e, na esperança de minorar o sofrimento da irmã doente, instalou-a na vivenda, levando-a a banhos de praia e melhor acesso aos cuidados médicos.

A sobrinha, de seu nome Florinda – que mais tarde veio a casar-se com o professor primário Mário Meireles Botelho, juntou-se-lhes na vivenda da Foz do Douro, prestando os melhores cuidados à tia enferma.

Um dia, a D. Delfina – que era muito devota – estando em Vila Seca, quis ir ao Santuário de Lurdes, onde havia fama de acontecerem muitos milagres.

Aprazada a ‘peregrinação’, foi transportada de maca até à Estação de Covelinhas, após transpondo o Rio Douro na Folgosa, onde apanhou o comboio.

De regresso de Lurdes, na França, já veio a cavalo até Vila Seca e, no local das Alminhas – quem vai para o Marmelal – juntou-se ali o povo com o pároco, a fim de a saudarem e observarem a cura milagrosa que tinha nela sido operada, e que tinha corrido célere.

Então, perante a estupefacção de todos os presentes, a D. Delfina desceu do cavalo e foi a pé até Vila Seca, por entre a alegria dos populares que a saudavam, dando graças a Deus pelo bem acontecido.

 

” – contributos monográficos recolhidos –por: José Bernardo Mendes de Carvalho Amaral”